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sexta-feira, fevereiro 01, 2013

Chegou 2013...

E aqui estamos com novas expectativas, novas metas, novas turmas, ideias e muito trabalho a fazer!
Esse blog não foi muito produtivo em 2012, os alunos ficaram tímidos e receosos em fazer "check-in" por aqui.
Convido aos meus novos alunos desse ano letivo para fazerem desse espaço, um espaço descontraído de troca e aprendizado, espero ler muitos depoimentos, relatos, reflexões críticas e inspirações de todos os alunos dos terceiros anos aqui!
Afinal, é o último ano escolar de vocês, por que não deixar uma marca inteligente para quem virá depois?
Desejo muita garra, coragem, motivação e entusiasmo para a maratona que se inicia!

Nesse espaço irei compartilhar ideias, metas, atividades, orientações para trabalhos, pesquisas, links e dicas para estágios, empregos, vestibular e ENEM.
Estou torcendo pelo sonho de cada um de vocês!


Forte abraço!
Para refletir... de um dos meus livros favoritos!
Professora Jaque Flores

segunda-feira, dezembro 03, 2012

Reflexão sobre o conto “O bife e a pipoca"



Amigo, li um conto hoje muito legal e emocionante e resolvi compartilhá-lo contigo. Mesmo não sendo uma história grande tem um conteúdo muito bom e complexo, até eu me envolvi na vida de Tuca e Rodrigo.
Espera, já comecei a falar dos personagens, não fique confuso, mas é isso mesmo, os personagens principais são dois amigos, o Tuca e o Rodrigo, que mesmo sendo de uma classe totalmente diferente conseguem enfrentar isso e após uma discussão eles se reconciliam e ficam ainda mais amigos. Muito lindo! 
Tudo começa na escola nova de Tuca, que era bolsista, ele conhece o Rodrigo e a partir daí começa a ensiná-lo, pois estava muito atrasado nas disciplinas. Com isso o Rodrigo decide ser professor, pois ensinando o Tuca essa profissão despertou muito interesse nele. 
O título tem tudo a ver com o texto, mesmo sendo meio estranho isso, pois a história de Tuca é muito triste, numa família com 10 irmãos, sem pai e uma mãe dependente química, estudava e trabalhava lavando carros para ajudar a família e todos os dias passava em frente a um restaurante muito chique para admirar deliciosos bifes que ali faziam, mesmo ele sabendo que seria muito difícil para conseguir comer um daqueles, teria que lavar muitos carros para isso. E um dia o Rodrigo convida o Tuca para ir a sua casa, almoçar juntos, e adivinha? O Tuca comer um daqueles bifes igual ao do restaurante ficou completamente feliz e impressionado, porque nunca tinha visto tanta riqueza e luxo num lugar só, passando até uma vergonha por não saber se comportar direito em um lugar como aquele, que era simplesmente a casa do Rodrigo.
Já sobre a pipoca, foi uma continuação do dia em que o Tuca foi à casa do Rodrigo, depois do almoço eles tinham combinado de ir até a casa do Tuca para comer pipoca, porque no ponto de vista do Tuca, a mãe dele fazia a melhor de todas. Só que a briga deles começa por aí. O tuca se sente muito ruim por levar aquela vida, enquanto só a cozinha do amigo era maior do que a casa inteira dele. 
A revolta foi chegando e com isso os dois brigaram, ficaram mais de um a semana sem se falarem, mas a amizade é mais forte, voltaram a se falar e o Tuca percebeu de era importante e ensinou o Rodrigo a pescar. Com o tempo, o Tuca foi reparando que mesmo em classes sociais diferentes, eles eram iguais, bons amigos e amizade assim não se desfaz por coisas sem importância. Muito legal! Amigo leia que você irá concordar comigo, aposto! 

Por: Vitória Ap. - 1ºC - 2012



Obs.: O conto foi retirado do livro: "Tchau" da autora Lygia Bojunga Nunes (1989).

quinta-feira, novembro 08, 2012

Exemplo de vida


O filme "O contador de histórias" é uma história muito emocionante que choca qualquer pessoa, mesmo sendo realista e uma coisa fácil de acontecer hoje em dia. O autor nos mostra de uma forma clara a vida de um menino, que desde criança já sofre com a situação financeira da família e a mãe iludida o leva para a FEBEM para que o filho possa, no seu futuro, ser uma pessoa bem sucedida.
Ele sofre muito por causa de tudo isso, foge mais de cem vezes da FEBEM e enfrenta as piores coisas na rua. Precisava roubar para poder comer algo durante o dia, mas por sorte ele encontra uma francesa Marguerith, que aos poucos vão se conhecendo e com ela, ele aprende de tudo, mesmo depois de tudo o que aconteceu na vida dele. Vira uma outra pessoa, com pensamentos diferentes e com isso consegue se formar em pedagogia e se tornar um verdadeiro contador de história. 
Conseguindo enfrentar todos os obstáculos que a vida colocou em seu caminho, lutando sempre para aprender tudo o que era preciso, que ele sempre teve capacidade para vencer na vida.  



A frase "É um irrecuperável" dita no filme, mesmo sendo difícil para algumas pessoas, é sim superável, todos quando há força de vontade e muita fé consegue vencer qualquer desafio, seja largar algum vício ou se esforçar para conseguir um bom emprego, basta à família dar um apoio e ajudar, pois sozinho tudo fica mais difícil. Como o Roberto, o contador de histórias, teve um grande apoio de Marguerith e conseguiu se superar se tornando uma pessoa melhor e feliz. 

Por: Vitória Ap. - 1ºC 2012

quinta-feira, novembro 01, 2012

Reflexão sobre o Filme "O Contador de Histórias"


O contador de Histórias se baseia na história de vida de Roberto Carlos Ramos. O filme é bem interessante; o que mais me emocionou foi no final do filme quando Marguerith dá uma carta para Roberto e dentro dela tem o endereço da casa onde a mãe de Roberto mora, no fim os dois se reencontraram, foi uma cena bem emocionante.
 No filme, quando Roberto foge da FEBEM e vai para as ruas ele dá  uma desandada na vida dele, pois começa a se drogar e a roubar; uma parte bem chocante do filme foi quando Roberto pediu para entrar no grupo do "Cabelinho de Fogo" e para entrar tinha que fazer um desafio,  levam Roberto a um lugar bem isolado e abusam dele. Foi uma parte que chocou bastante.
 O filme também teve outras partes que me surpreenderam, logo no começo do filme ele aparenta que vai ser um menino  que nunca vai crescer na vida, no fim ele consegue ser alguém. O que me surpreendeu mesmo foi a paciência que Marguerith teve com Roberto,  ela conseguiu lidar com o caso e nunca abaixou a cabeça para cada atitude ruim que Roberto tomava.
 A história de Roberto teve uma reviravolta por causa de Marguerith, com eu disse no começo, parecia que ele ia ser um Zé ninguém até chegar Margurith. E então Roberto conseguiu ser alguém. 

Por: Matheus Albuquerque - 1ºC 2012

quarta-feira, outubro 31, 2012

Reflexão sobre o Filme "O Contador de Histórias"



O filme "O contador de histórias" conta-nos a história do menino Roberto, que, bem jovem fora levado por sua mãe à FEBEM, que na época, era uma "escola integral", não um lugar de detenção de jovens. Roberto foi um menino que fugiu da FEBEM várias vezes, conheceu as ruas, os vícios e sobrevivia com pequenos furtos que fazia com seu grupo, também de meninos fugitivos da FEBEM.

   Sua conduta continuou estacionada daquela forma até conhecer Marguerith, uma pedagoga francesa que não acreditou na frase "ele é irrecuperável" lançada sobre Roberto. Marguerith aceita a estadia de Roberto em sua casa e tenta, até conseguir, formar um novo carácter em Roberto, que também vira um pedagogo.
   O que mais pode nos choca, emociona e surpreende é o fato do que a fé e a perseverança em que uma pessoa deposita noutra pode fazer. A história de Roberto só teve esta reviravolta porque alguém acreditou em sua capacidade de mudança, deixando de ser apenas mais um "crítico" e sim, arregalou as mangas e fez o trabalho de mãe.

 A frase "É um irrecuperável", dita no filme pela responsável da FEBEM, é uma frase muito forte. A mesma data, um tempo infinito, dizendo que alguém não pode sofrer uma mudança de carácter até o fim de sua vida.

   Eu discordo dessa frase. Todos podem mudar.
   A história de Roberto nos demonstra isso, mostrando-nos que a perseverança e a fé em alguém pode mudar o carácter da mesma, se conseguíssemos mostrar-lhe que a vida pode ser mais do que ele conhece, mais do que sua rotina. Provando que no fundo, bem lá no fundo, ninguém é irrecuperável.

Por: DANILO DE SOUZA AUGUSTO
- 1ºC - 2012